domingo, 16 de maio de 2010

Acidentes contribuem com o Efeito Estufa.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Geleiras da Groenlândia estão derretendo rápido demais

As geleiras da Groenlândia estão se movimentando em direção ao oceano Atlântico mais rapidamente do que era previsto, segundo estudo da Nasa e da Universidade do Kansas publicado na revista Science. Cientistas acreditavam que as geleiras pudessem derreter completamente daqui a mil anos, mas os últimos indícios sugerem que isso pode acontecer muito antes.
A velocidade no derretimento das geleiras implica uma elevação mais rápida do nível do oceano. O estudo afirma que a quantidade de gelo que chega ao Atlântico dobrou nos últimos cinco anos. De acordo com a pesquisa, o derretimento completo das geleiras elevaria o nível do mar em sete metros.
"É necessário muito tempo para que uma camada de gelo se forme e derreta, mas as geleiras podem reagir rapidamente a mudanças de temperatura", disse Eric Rignot, do Laboratório de Propulsão à Jato da Nasa e co-autor da pesquisa.
O aquecimento global parece ter acelerado o derretimento das geleiras no sul da Groenlândia desde 1996. Mas, segundo os cientistas, o aumento na temperatura do ar no sudeste da Groenlândia verificado desde o ano 2000 pode ser responsável pela aceleração no derretimento das geleiras também mais ao norte da ilha.




Maneiras de contribuir com a diminuição de gases poluentes do efeito estufa:


Assim, emitiremos um pouco menos de gases estufa na atmosfera.
- Exigir que indústrias instalem filtros em suas chaminés.
- Pressionar governos e órgãos públicos para que eles fiscalizem as florestas e áreas verdes, com o fim de evitar as queimadas.
O curioso é que dentro de casa mesmo podemos amenizar este efeito com atitudes simples. Sabe aquele spray que se usa para matar insetos? E aquela embalagem de isopor que guarda o queijo e o presunto para fazer aquele delicioso misto quente? Pois é, eles também provocam efeito estufa. Basta, portanto, evitar consumir produtos que venham com esse tipo de embalagem para que o efeito estufa não fique pior do que já está.

Artigo

O efeito estufa deve-se à capacidade de alguns gases existentes na atmosfera terrestre, conhecidos como gases do efeito estufa (GEE), de absorver e reemitir a radiação de onda longa, ou infravermelha (comprimentos de onda entre cerca de 0,7 μm e 100 μm) emitida pela superfície da terra. Isto leva a um aumento da temperatura no sistema terra atmosfera.

A Figura apresenta um esquema do efeito estufa na atmosfera. A atmosfera terrestre é praticamente transparente à radiação solar e absorve fortemente na região do infravermelho.



Figura – Esquema do efeito estufa na atmosfera terrestre.



Entre os gases do efeito estufa encontra-se o ozônio, com uma banda de absorção em torno de 9,6 μm. Diferentemente da maioria dos gases do efeito estufa, os efeitos do ozônio dependem de sua distribuição vertical tanto na troposfera como na estratosfera, onde ele é um importante absorvedor da radiação solar.

Como colocado anteriormente, o ozônio é formado na atmosfera a partir de processos fotoquímicos. Uma vez formado, seu tempo de residência na troposfera é pequeno, de semanas a meses. Como resultado, sua participação no efeito estufa é mais complexa e incerta do que a maioria dos outros gases.

Há uma medida da influência de um fator (no caso, a concentração) na alteração do equilíbrio de energia que entra e sai do sistema Terra-atmosfera - se positivo, tende a aquecer a superfície. É o forçante radiativo. O forçante radiativo médio global devido ao aumento na concentração do ozônio desde a era pré-industrial é estimado em 0,35 Wm-2 (IPCC, 2007). Isto torna o ozônio o 3º gás mais importante do efeito estufa, somente atrás do gás carbônico e do metano, como pode ser observado na Figura 7.


Figura - Contribuição proporcional dos principais gases do efeito estufa estimada desde a era pré-industrial até o presente (baseada no IPCC, 2007). Artigo de Neuda Paes Leme e Plínio Alvalá

terça-feira, 11 de maio de 2010

efeito estufa é um fenômeno natural indispensável para manter a superfície do planeta aquecida. Sem ele, a Terra seria muito fria, cerca de -19ºC. Os gases do efeito estufa são capazes de reter o calor do Sol na atmosfera, formando uma espécie de cobertor em torno do planeta, impedindo que ele escape de volta para o espaço.

Este fenômeno se torna um problema ambiental, quando a emissão de gases do efeito estufa (como o gás carbônico, o metano e o óxido nitroso), é intensificada pelas atividades humanas, causando um acréscimo da temperatura média da Terra, conhecido como Aquecimento Global.

Efeito estufa no Brasil.

As mudanças no clima podem afetar em muito o Brasil. Segundo uma pesquisa divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), cerca de 42 milhões de pessoas que moram na zona costeira do país podem sofrer com a elevação do Oceano Atlântico.
O trabalho aponta a cidade do Rio de Janeiro como uma das mais vulneráveis do país. A Ilha de Marajó também seria bastante prejudicada. Os especialistas afirmam que a região poderá perder 36% do seu território se houver essa grande mudança no nível do mar.
A pesquisa revela ainda que a temperatura média do país poderá subir 4ºC. Na Amazônia, a situação também é complicada. O calor pode atingir 8ºC, no mínimo. Para o coordenador do estudo, José Marengo, essa mudança pode provocar a extinção de várias espécies e plantas. Além disso, a escassez de chuva deve aumentar e o Nordeste, de semi-árido, passará a ser árido.

Conseqüências do efeito estufa !!

Nos últimos anos, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera tem aumentado cerca de 0,4% anualmente; este aumento se deve à utilização de petróleo, gás e carvão e à destruição das florestas tropicais. A concentração de outros gases que contribuem para o Efeito de Estufa, tais como o metano e os clorofluorcarbonetos também aumentaram rapidamente.
Com o efeito conjunto de tais substâncias Cientistas passaram a estudar as causas desse excesso de aquecimento, e nessa pesquisa constante, descobriu-se que a temperatura média do planeta já subiu 6º C no século 20 e as projeções indicam que subirá entre 1,4º C e 5,8º C até o ano 2100, se nada for feito para deter o processo.
Um aquecimento desta ordem de grandeza não só irá alterar os climas em nível mundial como também irá aumentar o nível médio das águas do mar em, pelo menos, 30 cm, o que poderá interferir na vida de milhões de pessoas habitando as áreas costeiras mais baixas (Derretimento de geleiras e alagamento de ilhas e regiões litorâneas.) Muitos ecossistemas poderão ser atingidos e espécies vegetais e animais poderão ser extintos. Tufões, furacões, maremotos e enchentes poderão ocorrer com mais intensidade. Estas alterações climáticas poderão influenciar negativamente na produção agrícola de vários países, reduzindo a quantidade de alimentos em nosso planeta. A elevação da temperatura nos mares poderia ocasionar o desvio de curso de correntes marítimas, ocasionando a extinção de vários animais marinhos e diminuir a quantidade de peixes nos mares.

A grande preocupação é se os elevados índices de Dióxido de Carbono que se têm medido desde o século passado, e tendem a aumentar, podem vir a provocar um aumento na temperatura terrestre suficiente para trazer graves conseqüências à escala global, pondo em risco a sobrevivência dos seus habitantes.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Mas o que é efeito estufa?


Durante o dia parte da energia solar é captada pela superfície da Terra e absorvida, outra parte é irradiada para a atmosfera. Os gases naturais que existem na atmosfera funcionam como uma capa protetora que impede a despersão total desse calor e como tal o planeta permanece quente. O processo que cria o efeito chamado estufa (natural) que é responsavel pelo aquecimento do planeta.
Certos gases, como o dióxido de carbono, criam uma espécie de telhado, como o de uma estufa (dai o nome do fenômeno), deixando a luz do sol entrar e não deixando o calor sair.
Se nâo existisse o efeito de estufa, a temperatura da superfície da Terra seria, cerca de 34 ° mais fria do que temos hoje.
O efeito estufa gerado pela naturesa é, portanto não só benéfico, mas impressindível para a manutenção da vida sobre a Terra.
Sem o efeito estufa, não haveria vida na terra e nos oceanos, pelo menos com a riqueza, a diversidade e complexidade que conhecemos hoje. O problema é que, nas últimas décadas, os especialistas ambientais perceberam que a temperatura média do planeta estava aumentando, ou seja, está acontecendo uma intensificação do efeito de estufa. Popularmente, portanto, quando se fala nos efeitos nefastos do efeito estufa na verdade está se a fazer referência aos problemas trazidos pela intensificação desse efeito, não por ele em si, que existe há milhões de anos e é fundamental para a existência de vida no planeta.