domingo, 16 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Geleiras da Groenlândia estão derretendo rápido demaisAs geleiras da Groenlândia estão se movimentando em direção ao oceano Atlântico mais rapidamente do que era previsto, segundo estudo da Nasa e da Universidade do Kansas publicado na revista Science. Cientistas acreditavam que as geleiras pudessem derreter completamente daqui a mil anos, mas os últimos indícios sugerem que isso pode acontecer muito antes.
Maneiras de contribuir com a diminuição de gases poluentes do efeito estufa:
Assim, emitiremos um pouco menos de gases estufa na atmosfera.
- Exigir que indústrias instalem filtros em suas chaminés.
- Pressionar governos e órgãos públicos para que eles fiscalizem as florestas e áreas verdes, com o fim de evitar as queimadas.
O curioso é que dentro de casa mesmo podemos amenizar este efeito com atitudes simples. Sabe aquele spray que se usa para matar insetos? E aquela embalagem de isopor que guarda o queijo e o presunto para fazer aquele delicioso misto quente? Pois é, eles também provocam efeito estufa. Basta, portanto, evitar consumir produtos que venham com esse tipo de embalagem para que o efeito estufa não fique pior do que já está.
Artigo
O efeito estufa deve-se à capacidade de alguns gases existentes na atmosfera terrestre, conhecidos como gases do efeito estufa (GEE), de absorver e reemitir a radiação de onda longa, ou infravermelha (comprimentos de onda entre cerca de 0,7 μm e 100 μm) emitida pela superfície da terra. Isto leva a um aumento da temperatura no sistema terra atmosfera.
A Figura apresenta um esquema do efeito estufa na atmosfera. A atmosfera terrestre é praticamente transparente à radiação solar e absorve fortemente na região do infravermelho.
Figura – Esquema do efeito estufa na atmosfera terrestre.
Entre os gases do efeito estufa encontra-se o ozônio, com uma banda de absorção em torno de 9,6 μm. Diferentemente da maioria dos gases do efeito estufa, os efeitos do ozônio dependem de sua distribuição vertical tanto na troposfera como na estratosfera, onde ele é um importante absorvedor da radiação solar.
Como colocado anteriormente, o ozônio é formado na atmosfera a partir de processos fotoquímicos. Uma vez formado, seu tempo de residência na troposfera é pequeno, de semanas a meses. Como resultado, sua participação no efeito estufa é mais complexa e incerta do que a maioria dos outros gases.
Há uma medida da influência de um fator (no caso, a concentração) na alteração do equilíbrio de energia que entra e sai do sistema Terra-atmosfera - se positivo, tende a aquecer a superfície. É o forçante radiativo. O forçante radiativo médio global devido ao aumento na concentração do ozônio desde a era pré-industrial é estimado em 0,35 Wm-2 (IPCC, 2007). Isto torna o ozônio o 3º gás mais importante do efeito estufa, somente atrás do gás carbônico e do metano, como pode ser observado na Figura 7.
Figura - Contribuição proporcional dos principais gases do efeito estufa estimada desde a era pré-industrial até o presente (baseada no IPCC, 2007). Artigo de Neuda Paes Leme e Plínio Alvalá
terça-feira, 11 de maio de 2010
efeito estufa é um fenômeno natural indispensável para manter a superfície do planeta aquecida. Sem ele, a Terra seria muito fria, cerca de -19ºC. Os gases do efeito estufa são capazes de reter o calor do Sol na atmosfera, formando uma espécie de cobertor em torno do planeta, impedindo que ele escape de volta para o espaço.Este fenômeno se torna um problema ambiental, quando a emissão de gases do efeito estufa (como o gás carbônico, o metano e o óxido nitroso), é intensificada pelas atividades humanas, causando um acréscimo da temperatura média da Terra, conhecido como Aquecimento Global.
Efeito estufa no Brasil.
O trabalho aponta a cidade do Rio de Janeiro como uma das mais vulneráveis do país. A Ilha de Marajó também seria bastante prejudicada. Os especialistas afirmam que a região poderá perder 36% do seu território se houver essa grande mudança no nível do mar.
A pesquisa revela ainda que a temperatura média do país poderá subir 4ºC. Na Amazônia, a situação também é complicada. O calor pode atingir 8ºC, no mínimo. Para o coordenador do estudo, José Marengo, essa mudança pode provocar a extinção de várias espécies e plantas. Além disso, a escassez de chuva deve aumentar e o Nordeste, de semi-árido, passará a ser árido.